Primeiro dia de Photoshop Conference leva muito conteúdo aos participantes

Um dia de um conteúdo incrível com um mega time de profissionais. Assim foi a segunda-feira do Photoshop Conference 2021. O idealizador do evento, Alexandre Keese, começou com tudo falando sobre este grande evento, fazendo um esquenta e, inclusive, com sorteio de prêmios dos patrocinadores.

Logo em seguida, Ana Laura Gomes, CSM (Customer Success Manager) da Adobe, fez o já tradicional keynote Adobe, pontapé inicial que ocorre desde a primeira edição do Photoshop Conference há 18 anos. Ela detalhou o quanto a Adobe avançou de 1982 até hoje, com quase 40 anos de história.

Entre as novidades do Photoshop, Ana Laura destacou os neural filters, em que se pode colocar um sorriso ou até envelhecer uma pessoa. “Cada vez mais estamos automatizando os processos”, diz Ana. O Sky Replacement também foi citado, trocando o céu basicamente por um clique e de forma muito rápida, trabalhando com imagem, pixel e inteligência.

Outra novidade da versão atual é o Pattern Preview, sendo possível ativar e criar os patterns, para se ter a pré-visualização, e também o live shapes, um recurso importante do Illustrator agora no PS. Na era colaborativa, a Adobe fornece o Photoshop para iPad, com uma novidade: convidar outras pessoas para editar, compartilhando acesso para edição de documentos na nuvem.

E o que o futuro nos aguarda? “Vamos caminhar cada vez mais para a nuvem. Como eu faço compartilhamento, como eu consigo estar no dispositivo e depois continuar a trabalhar no meu computador. Eu faço isso pois estamos usando muito a nuvem. Nosso futuro será cada vez mais cloud”. É a integração máxima de desktop e mobile – e também entre os próprios aplicativos da Creative Cloud.

Logo após, o mestre em Photoshop Alexandre Keese falou de sua história com o Photoshop desde a primeira versão do aplicativo, uma vida dedicada ao mundo de edição de imagem. Ele relatou os pilares essenciais em sua vida profissional, prezando por um padrão de qualidade, sempre tentando ser melhor amanhã do que é hoje, trilhando um caminho de produtividade através de uma melhoria contínua, para não acabar “forçando” demais e desanimando.

Por isso, é preciso se adequar às necessidades existentes, respeitar prazos e estar aberto a aprender e evoluir é extremamente importante. E, claro, acima de tudo, prezar pela ética, especialmente nos dias de hoje, trabalhando em uma relação de respeito e bom senso.

Keese relembrou os cursos, treinamentos, palestras e viagens que fez para compartilhar o conhecimento sobre Photoshop, assim como os livros, DVDs e cursos online, que em muitos casos contaram com colaborações de profissionais muito especiais, como Brasilio Wille, Rodrigo de Magalhães e o Grupo Luz. Em resumo, sempre somar & compartilhar.

E é claro que teve tratamento, começando pelo pensamento fundamental: “Toda imagem é composta por área claras, meio tons e áreas escuras”. Assim você consegue encontrar as invasões, e ao usar as ferramentas do Photoshop capta o contraste ideal. Alexandre passou por conceitos essenciais para automatizar o tratamento de imagens e criar projetos da mais alta qualidade. Os presentes tiveram uma mega aula e, entre os muitos comandos e conceitos, qual esteve presente? Claro: o Gaussian Blur!

Henrique Ribas tratou de sua especialidade: a mega produtividade no fluxo de trabalho no Adobe Lightroom. O objetivo foi mostrar o fluxo completo ao lidar com o Lightroom, seja em organização, gestão, edição ou tratamento das imagens.

Ribas dividiu a capacidade do Lightroom em três etapas: a organização das imagens (backup, catálogo, filtragem, importação), ou seja, uma parte mais “burocrática” da rotina de trabalho. Depois, vem a parte divertida, ou seja, o tratamento de imagens, com ajustes localizados, luz e cor, contraste, retoque e integração com o Photoshop; e, por fim, a exportação, seja em alta ou baixa, a diagramação ou slideshow, e o backup final – com a opção de backup na nuvem.

Todas essas etapas são essenciais para o sucesso de um projeto. Ribas destrinchou cada passo, desde a organização em pastas de uma grande quantidade de imagens, como deixar o Lightroom mais ágil em desempenho, as formas de importação, criação de catálogo e mais.

Depois, a hora da edição com a preparação das imagens, filtrando as melhores para o tratamento. Assim Ribas entrou em conceitos de exposição, realces, contrastes, sombras e mais. E por fim conceitos fundamentais para fazer a exportação da forma mais ágil e correta.

Para finalizar o primeiro dia no mais alto nível, Hugo Ceneviva, diretamente de Silicon Valley, conduziu o tutorial “Por que as imagens funcionam?”. Ele falou de ferramentas para que cada um saiba analisar uma imagem, desconstruir essas imagens, desmistificar esse gap entre o artista iniciante e o de alto nível e como essas mesmas ferramentas podem ajudar cada um a descobrir seu próprio estilo de arte.

Um ponto é a resolução, algo primordial. Hugo destacou para que as pessoas sigam as regras fotográficas e tomem cuidado com o blur. O segundo ponto é a composição, com o pensamento em como enquadrar e quais são as regras para extrair o máximo de suas imagens, entendendo as regras, as seguindo, mas sabendo quando extrapolar essas regras.

Hugo foi pegando uma série de imagens de grandes artistas para destacar essas referências e características, dando exemplo de como aplicar os recortes, tomar cuidado com as luzes, para que a ambientação saia da forma perfeita. E, também, a limpeza da imagem, buscando sempre algo natural sabendo o que e por que limpar.

Outro conceito foi o contraste, ou seja, “preto, branco e cinza”, os valores e luzes de suas imagens. Hugo ressaltou a relevância de buscar explorar certas áreas, respeitando as transições de luz, e reconhecendo os shapes de suas imagens. Uma dica passada por Hugo é ver suas imagens em PB e thumbnail.

E, claro, se tem Hugo tem que ter Dodge and Burn! Ele destacou dicas de como usar sempre máscaras ao usar o Dodge and Burn, buscar usar com base nas regras fotográficas e, principalmente: não tenha pressa, se divirta com o Photoshop! E, por fim, o mood da imagem, ou seja: qual sentimento ou energia que você quer passar? As cores vão definir a alma de sua imagem. Hugo dá a dica: tente replicar moods de profissionais que te encantam e são suas referências. Erre, refaça, até encontrar o ponto ideal para trazer a energia que você queria para o seu projeto.

Para finalizar, Hugo reforçou o approach criativo, o elemento-chave. É se perguntar: qual o meu estilo? Como eu posso desenvolver meu estilo? Meu estilo é um diferencial? O especialista falou: busque referência de quem você gosta e analise o motivo pelo qual você gosta daquele artista. É aí que pode surgir o seu diferencial.

02/06/2021

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